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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Amnésia...

O que deveria ser esquecido dos anos 90...

Já lembramos tantas coisas boas da década passada, que até parece que só existiram maravilhas naqueles tempos não tão remotos. Mas é incrível como teve treco ruim, muito, muito, ruim, e esses deveriam ser esquecidos. Deixados no mais profundo limbo da existência midiática.
Só que como gostamos as vezes de rir da tragédia quando algum tempo passa, aí vai uma lista de pequenas lembranças tristes, mas que de tão bizarras, acabam nos divertindo muito!

Forró de teclado: versões de várias músicas internacionais, um cantor terrivelmente feio, e é claro um teclado mágico do qual sai uma conjugação de todos os instrumentos. Não se lembra? Lairson e Seus teclados ("ai, é amor, ai, ai, ai, é amor, é amor..."), Frank Aguiar, o Cãozinho dos teclados, Robério e seus teclados.

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Forró intragável: tinham uns nomes estranhos, de comidas, que assim como a música deles, era difícil de digerir. Mastruz com Leite, Caviar com Rapadura, Capim com Mel...chega! Está me dando indigestão!

É o Tchan do Brasil e a moda Carla Peres: não estou falando das músicas que ainda tocam nas festas mais divertidas de hoje em dia. Estou falando é de toda uma cultura que se formou com o Tchan, principalmente usar as roupas iguais as da Carla e a terrível Bota!

Cabelo Chitãozinho e Xororó: se você acha que cortar o cabelo igual ao do Justin Bieber é o fim da picada, com certeza cortar o cabelo igual ao deles no anos 90 foi o início.
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Seriado Sandy e Júnior: começou no final dos anos 90 e continuou no início da década atual. Acho que foi a melhor coisa que a Sandy e o Júnior fizeram na vida, mas se o próprio Júnior disse que foi a pior, quem sou eu pra contrariar.

Roupas da Xuxa: shorts muito curtos, casacos com ombreiras, e aquele cabelo conhecido como "xuxinha", numa referência clara à apresentadora. Qualquer menina que tenha vivido no princípio dos anos 90 sabe o que foi a moda Xuxa.

Bananas de Pijamas: era tão ruim, tão bizarro que era quase bom. Mas quando você imagina como seria se fossem pessoas reais e os identifica com algum tio, vizinho ou amigo, aí fica muito trágico.

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Gugu e "meu pintinho amarelinho...": o Gugu cresceu, mas tem apelido de criança, cara de criança e ainda cantava aquela música. Ah, por favor!

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Show do Malandro: "Glu Glu ié ié..." a cada dois minutos. "Porta um, dois ou três". E por aí vai. A Globo poderia ter sido mais seletiva.

Fantasia: o programa tinha um problema claro de identidade. Às vezes ele era infantil, com A Jackeline, outras vezes ele era feminino, com aqueles quadros de cozinha, e ainda tinha um caráter apelativo-sexual forte, com dançarinas de biquíni ou em pouquíssimos trajes. Sofria de séria crise ideológica. Era tanta coisa misturada, que só não tinha uma: qualidade.

Esta é a nossa lista. Não está numerada porque não dá para escolher o pior. Escolha o que foi pior para você e acrescente algo. Sinta-se à vontade!

Este foi o último post do semestre. Sairemos de férias, mas voltaremos em fevereiro com tudo que nos deixou muita saudade, ou não!

sábado, 13 de novembro de 2010

"...Na sua ginga o povo se amarrou... E no jeitinho que você falou: É Molejão! ..."(Cobertura Especial - Parte III)

... As repórteres/blogueiras estavam realmente felizes por conseguirem fazer a entrevista para o Remexelá, porém uma coisa ainda as preocupava. A câmera de uma delas, Monizy Amorim, não queria ligar. Isso porque choveu durante todo o show e mesmo assim a blogueira resolveu gravar algumas partes dele. O problema foi que ela esqueceu que a câmera não era a prova d'água. Foram várias tentativas de fazê-la voltar a funcionar... liga/desliga (ou pelo menos tenta), tira pilha/coloca pilha... nada deu certo... Nessa hora vocês podem entender a preocupação das repórteres... Afinal, queriam que a entrevista fosse filmada.
Eis que o momento de entrevistar chegou. Ainda sim algumas tentativas foram feitas, mas não deu certo... a câmera não funcionou. Não se preocupem achando que vocês não ouvir na íntegra o que foi dito pelo vocalista do grupo Molejo, Anderson Leonardo. Nem tudo estava perdido!!! Nayara Souza levou seu gravador e assim a conversa pode ser gravada.

Tentativa da repórter de fazer a câmera funcionar...

Sobre o Molejo

O grupo de pagode surgiu em 1993, no Rio de Janeiro. Em sua primeira formação tinha como integrantes Anderson Leonardo, Lúcio Nascimento, Jimmy Batera, que estão no grupo até hoje, e ainda Andrezão, Claumirzinho, Vadinho e William, já sairam. Durante os anos 90, várias músicas do Molejo fizeram sucesso entre elas Brincadeira de Criança e Dança da Vassoura.
Durante um tempo ficamos sem muitas notícias deles... Mas agora eles voltaram com tudo, com o hit "Voltei" e também com novos membros: Marquinhos Pato e Robson Calazans. Agora, o Molejo é um grupo de pagode universitário.

Ficou interessado em saber mais sobre o grupo, a origem do nome e o que mais gostavam nos anos 90??

Ouça e entrevista feita pelas repórteres ao vocalista Anderson Leonardo:



Esperamos que tenham gostado de acompanhar a Saga Molejo. Desejamos que essa seja a primeira de muitas...
Até a próxima!!!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

"Bata na palma da mão... vibre com o Molejão..." (COBERTURA ESPECIAL PARTE II)


... Apesar da incerteza das repórteres se conseguiriam ou não entrevistar o grupo elas aproveitaram intensamente as duas horas de show. Era como se voltassem aos anos 90 e aproveitassem para dançar tudo o foi sucesso na década. Durante o show puderam entender de onde vieram algumas formas de dançar comuns em certos ritmos hoje. Se você é fã de samba ou pagode com certeza já deve ter feito isso. Enquanto está dançando um desses dois ritmos em algum momento você coloca as duas mãozinhas pra frente, depois elas vão pra cima e pra baixo, em seguida quebra o pescoço pro lado e é claro faz carinha de quem tá gostando demais... Quer saber de onde vem esse costume? Assista o vídeo abaixo


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O grupo não tocou só músicas próprias. Samba, pagode, axé, funk e até músicas infantis foram cantadas. Era impossível ficar parado. O público da festa parecia voltar a infância a cada música tocada. Boa parte dele deve ter nascido nos anos 90 ou teve sua infância nessa década. E não pensem que o público não quis brincar de "pêra, uva, maçã ou salada mista..."

E depois de muito cantar e dançar ... as repórteres Monizy Amorim e Nayara Souza perceberam ... eis que chegava o momento tão esperado. Ao terminarem a última música elas correram para o lado direito do palco para procurarem Bruno. Ele não estava. Então foram para frente do palco e a repórter Monizy o gritou e perguntou se poderiam entrar. A resposta dele ou melhor o gesto dele? "Vão para o lado direito que vou pra lá encontrar com vocês". Por instantes tiveram medo da resposta ser negativa. Até que Bruno pediu aos seguranças que as deixassem entrar. Ele disse: "- O grupo está indo para o camarim. Não vou poder acompanhar vocês. Podem ir". A emoção foi indescritível. Elas foram correndo para o camarim. Quando chegaram eles tinham acabado de entrar. Além delas outras cinco garotas esperavam para ver de perto o Molejo. Só podiam entrar de três em três. As três primeiras entraram... Depois mais duas, as repórteres acharam melhor esperar para entrarem juntas depois. Só que Nill, produtor do grupo, aquele que que falamos dele no "É o Molejão... Cobertura Especial Parte I" , liberou a entrada de todas as que estavam ali. Sim... elas conseguiram entrar... Apresentaram-se para Nill, ele as atendeu muito gentilmente e pediu que esperassem um pouco para que elas pudessem conversar com o grupo. As repórteres olhavam uma para outra sem acreditar que a entrevista para o Remexelá de fato aconteceria...

Repórteres Monizy Amorim (com a câmera na mão) e Nayara Souza (segurando o gravador) entrevistando o vocalista do grupo Molejo, Anderson


Como vocês podem ver nas fotos, as repórteres conseguiram a entrevista e ainda tiraram fotos com outros membros do grupo.

Se vocês querem saber sobre o que elas conversaram.... Aguardem o próximo post com a última parte dessa saga. Acreditem... ainda temos história para contar...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

É o Molejão...(Cobertura Especial parte I)

Agora criançada ta na hora da gente brincar (OBA!!).E assim começa nossa jornada. As repórteres blogueiras Nayara Souza e Monizy Amorim foram até o show do Molejo descobrir qual o swing e o segredo que fizeram o grupo ser sucesso nos anos 90 e nos dias de hoje. Talvez você se lembre que no post "Porque depois de 20 anos tudo vira clássico" , um hit tocado pelo grupo nos anos 90 esteve entre os nossos TOP 10.
Nossa aventura começa por volta da meia-noite de 6 de novembro. Nill, produtor do grupo, havia combinado com a gente que entraríamos um pouco antes do show para a entrevista. As repórteres então tentaram o primeiro contato. Chegamos no palco e chamamos aquele que nos traria emoções e surpresas aquela noite. Explicamos sobre o Remexelá e que tínhamos marcado uma entrevista com o Molejo. Bruno (quem falou com a gente no palco) nos olhou com desconfiança. Parece ter pensado que conto da carochinha.
Disse: - Vou logo avisando que normalmente ninguém entra antes do show, vocês fiquem esperando aí, e não sei se pode fazer gravação (tínhamos gravador e uma câmera digital em mãos)... Meio desconfiadas as repórteres ficaram o pé na lama e decidiram esperar.
Nesse momento começa a chover. E o plano inicial de chegarmos apresentáveis ao camarim vai literalmente por água abaixo. Alegria e tensão. O show começa. E debaixo de chuva as pessoas cantaram, dançaram e pularam ao som do Molejão. (Confira os mini vídeos).






E se não aprendeu vou dar a marcação, bate na palma da mão (ta,) e grita com o molejão (), (fazendo henglose) colé,cole,cole, cole... Foram mais de duas horas de música sem preconceitos pra quem só dança samba, pra quem dança samba do seu jeito e dá o show e pra quem dança funk, dança reggae ,dança rock in roll.
O grupo parece se divertir e brincar durante todo o show. Afinal quem nunca brincou de serra, serra, serrador...quem nunca brincou de andoleta, peta, peta... Foi uma noite para relembrar sucessos e aprender a brincar com os novos. Além de ver o público assumir os anos 90 na veia...na voz...e no coração. E a chuva nada atrapalhou, mesmo por que quando se é criança o que mais dá vontade é se molhar e pular na poça com o tênis novo.
Mas as repórteres continuavam sem saber se conseguiriam ou não falar com o Molejão...
(Confira na nossa próxima postagem o final dessa jornada, e enquanto isso curta a música que marca a volta do molejo: Voltei!)

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

os dez desenhos mais fofos dos anos 90...

Personagens bonzinhos, preocupados em ajudar os outros, tudo de maneira justa e honesta. Nos anos 90 a tv aberta exibia uma leva de desenhos bonitinhos, meigos, enfim, fofos! Muitos deles não foram produzidos nos anos 90, mas com certeza foram assistidos por quem viveu a época. Bichos de pelúcia, histórias tristes, seres encantados, ursinhos e muita fantasia. Como você pode ver abaixo, não é só a fofura que eles têm em comum.
Então, aqui vai um top 10.

10º O fantástico mundo de Bob: uma criança com uma imaginação inacreditável.
Ainda tem toda aquela relação de afeto com o pai, que é muito bonita.

Punk Brewster: Uma menina órfâ convivia com seres mágicos, inclusive um bichinho que parecia um animal de pelúcia. Teve até uma versão em série, mas sem a fantasia. Ficou famosa pelo bordão "Carambola Glomer!"

Smurfs: azuis, trabalhadores, e atormentados pelo Gargamel.

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Kissyfur: a história de um ursinho órfão de mãe que era criado pelo pai. Além de emocionante, ainda era educativo. Ursinhos são sempre fofos!

Os Popples: toda criança sonha em dar vida aos seus bichinhos de pelúcia. Neste desenho o sonho se ,materializa. Bichos de pelúcia são muito fofos!

Os Anjinhos: as encrencas e imaginações de um grupo de bebês. E bebês são sempre fofos!

A Nossa Turma: a amizade muito sincera de um grupo de animais em forma de gente. Tem a música de abertura mais fofa de todas!

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Cavalo de Fogo: a história da Sarah, órfã de mãe e protegida por um cavalo de uma bruxa cruel. Ao mesmo tempo, parece um conto de fadas, já que ela é uma princesa, herdeira de um mundo encantado. Qualquer semelhança com um conto de fadas não é mera coincidência.

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Muppets Baby: bebês de pelúcia, num berçário e com uma imaginação incrível. Só pode ser fofo demais! tanta fofura é amenizada pela "crueldade" do Gonzo (aquele narigudo) e pelo engraçadíssimo Animal, que come tudo que acha pela frente.



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Os ursinhos carinhosos: eles vivem numa nuvem rosa. Tem desenhinhos na barriga. Salvam as pessoas da maldade do Coração Gelado. E tem aquela reboladinha na abertura! Eles são quase auto explicativos!
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Reclames do plim, plim...

Qual seu grau de noventaenssisse? Responda ao teste abaixo e descubra...

Enquanto o desenho não voltava era tempo de correr até a cozinha para beber leite com Toddy ou Nesquik de morango e comer biscoito de maçã com canela. Se essa cena parece familiar responda ao teste abaixo e confirme se você também passava as tardes assistindo a sessão da tarde e aos intervalos. (o que dependendo do filme podia gerar amor ou ódio ao intervalo).

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1° O que você fez quando viu os mamíferos parmalate?
a. Você disse "que saudade, olha o leão", cantou a música junto e disse "tomou" no final .
b. Você lembra mais ou menos , deu saudade, não sabe a música , e disse "tomou " no final.
c. Mamíferos o quê?

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2° Na segunda propaganda:
a. Ainda não entende por quê não fazem mais a propaganda da tortuguita, e repitiu o "estúpida".
b.Lembra seu sabor preferido de chocolate mas não sente falta e repetiu "estúpida".
c. Onde já se viu tartaruga de chocolate.

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3°Quando você viu o capacete correndo na terceira propaganda:
a.Você já começou a rir, e teve que ver outra vez , e gritar "iuu.." com as formiguinhas.
b. achou engraçado e gritou "iuu.." com as formiguinhas.
c. Que capacete?

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4°Na quarta propaganda:
a.Você saiu correndo para o youtube para ver as outras versões..e cantou toda a música, que você já sabe que não vai sair da sua cabeça o dia inteiro.
b. Cantou a música e deu vontade de comer pipoca com guaraná.
c. Deu vontade de comer pipoca e guaraná.

Se a maioria das suas respostas foram:
Letra a: Você já é um amante dos anos 90. Sabe as músicas, viveu as experiências. E sente saudade desse mundo. Volte sempre ao remexelá para curtir com a gente essa paixão.

Letra b: Você é um amante dos anos 90, mas parece querer disfarçar essa idéia, para não parecer velho. Deixe o medo de falar "no meu tempo.." pra trás e venha se divertir com as lembranças dessa década mágica. Sugestão: Duas doses de remexelá por semana.

Letra c: Os anos 90 estão em seu interior. (ou você não teria acompanhado esse terrível post até o final). Liberte-se e venha curtir essa nostalgia. Visite o remexelá todos os dias.

Deu saudade reveja os vídeos, lembre outros que te marcaram e divida com a gente... Algumas que nem a marca existe mais...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A Febre Boy band...

Ela começou ainda nos anos 60, com grupos como o Jacksons 5, os Beatles e The Temptations (nessa época chamada de "coqueluxe"). Nos 80 foi a vez dos rebolantes Menudos. E cantar Não se Reprima fez efeito. Vários jovens realmente não se reprimiram e disseminaram uma febre chamada Boy Bands.

A idéia parece ser sempre a mesma: cinco garotos (com algumas variações), bonitos (em alguns casos nem tanto), com aquela cara de bom moço (exceto pelo AJ do Backstreet Boys), cantando e fazendo caras e bocas. E já ia me esquecendo o que também não pode faltar: o rebolado, herança lá dos Menudos.

No início dos anos 90 foi o New Kids on The Block e o Take That (passado negro do Robbie Willians), e o Boyzone. Ambos fizeram muito sucesso, venderam muitos discos, mas o grande salto, o estouro e a febre antes vista apenas com os meninos de Liverpool nos anos 60, só veio em 1995, com o Backstreet Boys. Desde a era do cabelo de cuia não se via tantos suspiros, soluços e gritos de "I love you" dirigidos a um grupo musical.

o BSB foi o primeiro de uma leva, ou melhor, uma safra (pode-se dizer que foram surgindo às pencas) de grupinhos musicais. E aí vem eles: N' Sync (época feia do Justin Timberlake-é só ver a foto para confirmar), Five (comprovam que a beleza era fundamental), Westilife ( a Boy Band mais "sensível"), No Mercy, Hanson (os mais fofos) e várias versões em muitos países.


A febre foi tão grande, que como gripe suína, chegou ao Brasil. O Polegar e o Dominó já existiam desde os anos 80. Mas a fama deles se arrastou pelos anos 90, principalmente o segundo, que teve três gerações diferentes. Depois veio o 6L6, o KLB e o Twister (com este a febre chegou a 40 graus).

Se você já cantarolou “Everybody, yeeah, Rock your body, yeeah...”, ou já tentou dançar qualquer uma daquelas complicadas coreografias, sinto lhe dizer, mas a febre Boy band lhe contaminou. E imagino que alguns ainda não tenham se curado.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Porque depois de 20 anos tudo é clássico..."

Muitos foram os hits que marcaram os anos 90. Músicas como Dança da Vassoura, do grupo Molejo, Macarena, da dupla espanhola Los Del Rio, Pimpolho, do grupo Art Popular, Wannabe, das Spice Girls e muitas outras, foram sucesso há 20 anos atrás. Esses são apenas alguns clássicos daquela década, que ainda hoje quando ouvimos, cantamos e dançamos.

Neste post o Remexelá vai apresentar um especial de fim de ano que fez um TOP 10 de músicas dos anos 90. O programa com o nome Super Trash 90, foi feito na  rádio UFMG Educativa  e contou com a apresentação de Otávio Ogando e Hugo Marques.

Com a expressão "Porque depois de 20 anos tudo é clássico..." os apresentadores além de apontar o TOP 10 dos anos 90, também falam sobre os intérpretes das músicas e como foram aceitas na época.





Pode ser que você não conheça os intérpretes de alguns desses hits... Em cada bloco é possível conhecer a história das músicas.





Os cantores Wando e Evandro Mesquita fizeram parte do time de comentaristas que aprofundou um pouco mais sobre cada um desses hits que marcou a década de 90.





Além de descobrir qual hit ficou com a medalha de prata e qual ficou com a medalha de ouro, você ainda tem a chance de saber qual é a diferença entre samba e pagode, segundo Otávio Ogando e Hugo Marques.





Nós do Remexelá, buscaremos sempre que possível fazer um TOP 10 seja de músicas, filmes, desenhos ou novelas. Sugira qual o próximo TOP 10 você quer ver aqui no Remexelá.

E ai você concordou com esse TOP 10 musical ou  acha que faltou algum hit dos anos 90? Dê sua opinião...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Geração Peter-Pan...(Rei Leão,Pequena Sereia...)





Se as vezes você sente uma nostalgia, sem saber ao certo se quer crescer. Fica procurando músicas, filmes, fotos, programas de TV e desenhos animados... Se você acompanha blogs dos anos 90 e ainda sabe cantar as músicas dos desenhos da Disney daquela época você pode estar sofrendo da "síndrome de Peter-Pan". O garoto que não queria crescer, vivia nas nuvens , tinha uma fadinha ciumenta como amiga, meninos da floresta como companhia, um vilão paranóico que não podia ouvir Tic-tac que sentia dor na mão que já não estava lá..


Mas talvez com você seja tudo mais fácil. Talvez você seja destemido. "Ria na cara do perigo." "Seja um rei sem juba". Talvez o seu pai seja um Leão (não qualquer um mais o Rei) , você tenha um tio invejoso que tem um bando de amigos que riem como Hienas...talvez você tenha como padrinho um babuino maluco, e seus melhores amigos tenham te ensinado a levar a vida numa boa, "Hakuna Matata", e você confie neles pous hoje em dia se vive em uma selva (Hoje a noite aqui na selva que dorme é o Leão..aui..iiii..aumamaê...), apesar dos habitos alimentares questionáveis deles. ( Afinal o Timão e o Pumba comian insetos, argh!!).





Talvez seu reino seja outro, debaixo d'água. Seu pai pode ter um trident e você ( se for menina) uma ruiva de cauda verde e uma bela voz. Alguém que seja arrebatada por paixão a ponto de perder a voz..( será um trocadilho infame ?). Mas não se preocupe uma bruxa-polvo nunca vai poder vencer. E se a superfície as vezes parece muito atrativa lembre-se que "o fruto do seu vizinho..." (relembre aqui a filosofia sebastião de viver)
Talvez seu reino seja na superfície mas você seja não seja ruiva , tudo bem ,sem preconceitos.Você ainda pode ser loira de cabelos longos (como a cinderela), ou com cabelos curtos (como a bela adormecida), ou morena (como branca de neve, nesse caso pode também gostar de maçãs e homens pequeninos), ou morena árabe (como a jasmin de Aladin), ou se gostar de ser ruiva e de caras com cara de mau (a Bela de "A bela e a Fera", com uma vantagem :direito a louça mágica que se lava sozinha.)
Ou se sua realeza está na sua ligação com a Terra, se sua riqueza é o ouro do milho, se seu príncipe é um explorador inglês , se seu melhor amigo é um guaxinim, se sua avó é uma árvore que fala , se você é Pocahontas e canta para a "lua azul e sabe colorir com as cores do vento.." ( confira vídeo e música)..
Dos tantos filmes que a Disney lançou nos anos 90, um sempre marcou a infância e a adolescência de alguém. As histórias, a música, os heróis que enfretavm tudo e tinham um gênio mágico azul e as mocinhas românticas que resolviam tudo em um passe de mágica. A geração acabou por querer sempre um gênio ou uma fada madrinha para resolver tudo...Pode ser que nem sempre tenha funcionado..mas estamos como bons Peter-Pans buscando sempre a Terra do Nunca.
Alguns dowloads no blog disneymaniacs sobre essas nossas lembranças...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Grunge: o eterno e inesquecível...

Não só de desenhos, programas de Tv infantis e novelas viveu uma criança ou um adolescente dos anos 90. No ínicio da década uma corrente musical mobilizou, conquistou ou enlouqueceu (como queira) uma legião de jovens do mundo inteiro. Uma voz rouca, uma guitarra ardida, uma camisa xadrez, letras introspectivas e uma barba por fazer, construíram o grunge, que ainda hoje faz parte do playlist de jovens (alguns ainda nem nascidos) e adultos.

O Grunge surgiu em Seattle, Washington, USA, e por isso também é chamado de Seattle Sound. Vem de ritmos como o Punk, o Heavy Metal e o alternativo, as correntes que dominavam na época. Talvez essas raízes é que tenham transformado as bandas em algo do mesmo estilo, pois elas foram surgindo ao mesmo tempo, no mesmo lugar, um músico saía de uma para a outra...No entanto, as letras críticas, e a melodia “suja”(grungy – em inglês) representavam bem a geração que se formava.

Uma marca do estilo era o visual dos músicos. Eles se tornaram ícones da moda ainda que não se preocupassem com ela. Existem alguns boatos de que Kurt Cobain do Nirvana nem mesmo trocava de calça jeans. Sim, é isso que você deve estar pensando... ele usava uma única calça sem lavar até ela estar bem gasta. E pelo visto elas duravam muito! Nojo à parte, querendo ou não, gostando ou não, Kurt virou ídolo eterno da música, e a cabeça de muitas adolescentes...Aaaaaiii!!...

Se você ainda não entendeu do que estou falando e acha que não gosta e nem conhece o grunge, deixa eu te apresentar umas músicas: Come as you are e Smeel like teen spirit (Nirvana), Black Role Sun ( SoundGarden), Plush e Creep (Stone Temple Pilot), Man in the Box e No excuses ( Alice in Chains), Black e Jeremy (Peal Jam), Say hello to heaven e Times of trouble (Temple of the dog), No rain (Blind Melon), Malibu (Hole), Touch me I'm sick (Mudhoney). Enfim, tem tanta banda, que não dá nem pra acreditar que elas saíram do mesmo lugar.

Outra marca, e essa muito ruim, é o fim precoce da maioria das bandas e de alguns vocalistas. Exceto por Eddie Vedder que continua soltando seus graves pelo mundo a fora com o Peal Jam, e Chris Cornell (veja ) que ainda encanta pela voz sensual e beleza ao estilo amante latino, os outros encerraram as carreiras ou a própria vida ainda muito cedo. Kurt Cobain morreu em 1994, de suicídio com um tiro na cabeça, após anos de luta contra o vício da heroína e de sucessivas brigas com a esposa Courtney Love (está que como eu já ia me esquecendo, ainda canta, mas porque se lembrar dela?). Layne Staley, do Alice in Chains, morreu de overdose de heroína em 2002.

Quase todas as bandas, por motivos diferentes, seja por morte, drogas, estrelismo ou falta de afinidade musical. Enfim, o grunge reuniu talento, criatividade, um pouco de excentricidade, e em alguns casos, incapacidade em conciliar uma vida conturbada, sentimentos indefiníveis e a responsabilidade de ser ícone para milhões de fãs.

domingo, 26 de setembro de 2010

Aconteceu nos anos 90: Cavaleiros do Zodíaco


No mesmo mês de setembro nos anos 90, para ser exata , em 1° de setembro de 1994, ia ao ar na Rede Manchete o primeiro capítulo de Cavaleiros do Zodíaco. E coincidentemente, ou não, quatro anos depois em setembro de 1997 o desenho parou de passar no canal matando muita gente de saudade.
O desenho baseado na mangá japonês (com medo de estar sendo redundante) de nome "Saint Seya" é complexo e ao mesmo tempo fascinante... prova disso é que mesmo agora nos anos 2000 tenho certeza que muita gente ainda canta a musica da abertura, ou as músicas da abertura já que não foi apenas uma... (confira uma das melhores)

E como são muitas sagas, muitos guerreiros, e variações desses guerreiros nós aqui nunca vamos poder falar desse desenho que tem mais cavaleiros para contar do que estrelas no céu.. (falando de metáfora zodiacal). A história começa quando Mitsumasa Kido sabendo sobre a história dos cavaleiros que existiram nas épocas remotas escolhe cem pequenos órfãos e os envia a vários lugares do mundo para se tornarem os novos cavaleiros. Daqueles cem apenas dez conseguiram voltar para o Japão como guerreiros. Ao se tornar cavaleiros eles assumiam uma grande responsabilidade, proteger a deusa Athena, guardiã da Terra e da Humanidade. Athena nessa vida reencarnou no corpo de Saori Kido, que foi criada por Mitsumasa Kido como sua neta. O que explica a vontade dele em formar cavaleiros que protegessem a deusa,(veja o vídeo "Por Athena" e tente não dançar) a missão que fora confiada a ele pelo Cavaleiro de Ouro de Sagitário, Aiolos.
Para usar um critério vamos falar dos cinco cavaleiros queridinhos do autor da aventura Masami Kurumada: Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix. Apesar dos guerreiros dessa classificação serem considerados da classe mais baixa dos Guerreiros de Atena é com eles que acontecem os milagres em batalhas impossíveis de serem vencidas.
Falando de preferência comecemos pelo preferido do autor, o garoto Seiya de Pégaso, foi enviado para a Grécia onde depois de passar por um desgastante treinamento retorna para o Japão. Ele participa da Guerra Galáctica para conseguir ajuda para encontrar a irmã Seika. Mas no meio da batalha descobre sua verdadeira missão: ser um cavaleiro de Atena, e se torna o mais apaixonado deles. (Apaixonado mesmo chegando até a rolar climinhas entre ele e a Saori.)
Outro cavaleiro é Shiryu de Dragão, que foi treinado na China. Seu ar sério não impede que nos encantemos por sua dedicação e força. E quando o dragão verde tatuado em suas costas desaparece, o que acontece quando nosso herói está muito fraco, torcemos por outro milagre. Outro por que Shiryu já perdeu e recuperou a visão duas vezes (apesar dos pontos divergentes com a história original do anime).
Do frio da Sibéria vem o poder de um cisne: Hyoga no início era um chato que tinha a missão de destruir os cavaleiros de Athena, mas depois de lutar ao lado de Seiya e os amigos contra os cavaleiros negros ele descobre a real amizade e se torna um cavaleiro de Athena.
E com suas correntes Shun de Andrômeda irmão de Ikki, o cavaleiro pacífico. Poucos acreditavam que ele se tornaria um cavaleiro mas sua força superou as expectativas. Por sempre evitar o conflito seu grande poder ficou por muito tempo em segredo.
E por fim o irmão mais velho de Shun Ikki de Fênix, o mais poderoso dos Cavaleiros de bronze. Suas tristes experiências o causaram uma grande mágoa que o fez ficar longe. Mas quando tudo parece perdido ele sempre volta para ajudar.
Aconteceu nos anos 90, mas ainda acontece todos os dias quando a gente lembra e sente saudades..
E para aqueles que a saudade é muita ainda dá pra acompanhar na TV aberta na Band às 8 da manhã... ( Os guardiões do universo hão de vencer o mal )

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

"Quantas travessuras para recordar..."

"Mexe... de ponta a ponta... essa é a dança do remexe!!!". Com certeza muitos sabem de qual novela essa música foi tema de abertura em 1997.

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Sim, estou falando de Chiquititas...Novela que com certeza fez parte da infância e adolescência de muitas pessoas e deixou saudades. Esperávamos ansiosamente por cada capítulo para saber o que aconteceria no orfanato Raio de Luz... Mili (Fernanda Souza), Pata (Aretha Oliveira), Vivi (Renata Del Bianco), Mosca (Pierre Bittencourt), Tati (Ana Olívia Seripieri), Bia (Gisele Frade), e muita(o)s outra(o)s chiquitita(o)s junto coma Carol (Flávia Monteiro) foram personagens marcantes da novela. Por mais que os anos passem eles sempre vão lembrados como a(o)s chiquitita(o)s. 

A versão brasileira da novela começou a ser exibida em 22 de julho de 1997 e foi até 19 de janeiro de 2001. Era feita em Buenos Aires, Argentina, por atores brasileiros e foi uma das novelas mais longas da dramaturgia brasileira. 

As maldades da Carmen (Débora Olivieri), os romances entre: Fran e Samuca(Jonatas Faro), Vivi e Mosca, Mili e Júlio (Paulo Nigro), Carol e Fernando; a história das irmãs Tati e Vivi, o segredo de Pata, que mais tarde foi descoberto e fez com que Pierre Bittencourt se tornasse o primeiro chiquitito da novela. Lembra de cada um? E as músicas então?! Os clipes que apareciam entre uma cena e outra. Muitas nos faziam rir e ainda dançar, já outras faziam chorar. Quem nunca ficou com um nó na garganta ao ver o clip "Mentirinhas"? Ver a Tati triste era de cortar o coração.... 

Cada clip... cada música... cada romance e... cada chiquitita(o) marcaram e marcam até hoje nossa vida. Lembrar do que marcou nossa infância e/ou adolescência e não falar de Chiquititas é praticamente impossível.  Sente em frente ao computador, vá até a página do Youtube e comece a assistir aos vídeos da novela. É viciante, não dá para parar de assistir... Além disso, sempre vai chegar um amigo que vai querer ver o clip de Chiquititas que mais gosta... Experimente fazer isso e depois diga o que aconteceu...

Bateu saudade de algumas músicas das Chiquititas? Aqui você vai encontrar todas as músicas da novela, com clip e letras e ainda pode fazer downloads das músicas se quiser... Clique.

Clique aqui e saiba o que alguns da(o)s chiquitita(o)s falam sobre o tempo que fizeram a novela. Atores e atrizes conhecidos e famosos atualmente, que tiveram seu primeiro papel na TV em Chiquititas. Bruno Gagliasso, Débora Falabella, Fernanda Souza, Sthéfany Brito e muitos outros, mas não entremos nesse assunto... esse é um tema para um próximo post...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Quando pintar o cabelo de loiro era o sonho de toda menina...


Atrizes famosas (algumas nem tanto), bonitas, ricas, e, bem sucedidas. Mas talvez você se lembre delas em outras épocas, ou como se dizia muito, talvez você as conheça de velhos carnavais. Seguindo a teoria de que todo pokemon evolui, podemos dizer que elas evoluiram bastante. E não é só no quesito money não. Veja as fotos e conclua por si mesmo. Não é que elas fossem feias, mas hoje elas estão muito melhor! E tem gente que diz que beleza não é fundamental! (confira nos links o quanto elas ficaram melhores!)

O primeiro grupo das paquitas contava ainda com Andréia Faria (ou Andréia Sorvetão como era mais conhecida), Andréa Veiga, Louise Wischermann, Ana Paula Guimarães e Luciana Vendramini. As outras duas ficaram perdidas pelos anos 90 mesmo. Mas a última conseguiu ressuscitar depois de um tempinho apagadinha.

Além de ser ex-paquita, Luciana Vendramini é famosa também por ser ex-mulher de Paulo Ricardo, ex-vocalista do RPM (de quem ela afirma ter apanhado um pouco). Deixando a vocação para ex de lado, Luciana ficou famosa pelos papéis em Vamp e participações em vários programas como o TV animal, Viva a Noite e filmes da Xuxa e dos Trapalhões. Quando começou a entrar no limbo e o dinheiro começou a rarear, fez vários ensaios sensuais, o que se tornou até uma marca própria. Voltou a fama não se sabe exatamente como, mas algo entre entrevistas bombásticas envolvendo o relacionamento com o ex-marido e novamente a participação em programas de TV e em novelas na Rede Record. A quem diga até que ela nem foi paquita!

A primeira formação das Paquitas mudou um pouco, mas ainda foi chamada de primeira geração quando surgiu a segunda. Andréia Faria e Luciana Vendramini saíram (em diferentes momentos).


Então, entraram Kátia, Roberta, Priscila, Ana Paula, Flávia, Juliana, Letícia, e Bianca, as três últimas relamente nos interessam aqui.
Talvez a paquita mais famosa seja a Letícia Spiller. Ela já foi protagonista de 4 novelas (Quatro por Quatro, Zazá, Esplendor e Sabor da Paixão) além de papéis coadjuvantes que conseguiram roubar a cena, como Viviane de Senhora do Destino (lembra do bordão "te dedico", Reginaldo) e mais recentemente a Betina, que em meio a um monte de personagens chatos, conseguia se salvar junto com o marido Gustavo(Marcelo Airoldi).

Juliana Baroni também fez muitas novelas, como Malhação, O Profeta, Dance, Dance, Dance (da Band, para quem não conhece) fez vários filmes dos Trapalhões e da Xuxa e no ano passado fez Lula, O Filho do Brasil, no qual vive a primeira dama Marisa Letícia.






A outra paquita da primeira geração é Bianca Rinaldi, que é bem conhecida de quem não assiste somente à Globo. Bianca protagonizou novelas no SBT (Pícara Sonhadora e Pequena Travessa) e na Record ( A Escrava Isaura, Prova de Amor e Caminhos do Coração) na qual interpreta hoje a Arminda, em Ribeirão do Tempo.





Os atores revelados por outras emissoras costumam ir para a Globo com o tempo. Bianca ao contrário, chegou a recusar um convite para um papel em América em 2004 para protagonizar A Escrava Isaura. O que para alguns atores em começo de carreira seria inadimissível, e para ela foi muito bom, pois consolidou sua carreira dentro da emissora.








Aí veio, em 1995, a segunda geração das Paquitas, conhecida como New Generation (bem anos 90 colocar nomes estrangeiros nas coisas). Bárbara Borges ( a Elvira de Bety a feia) é o exemplo da geração que precisou pintar o cabelo para ser paquita.

Por sinal, ser paquita era um ideal, um objetivo, uma glória, para milhares de adolescentes em todo país. Também, quem não ia querer trabalhar na Globo e ficar perto da rainha dos baixinhos? Da New Generation ainda havia Graziela Schmitt, Andrezza Cruz, Diane Dantas, Giselle Delaia,Vanessa Amaral, Caren Cunha. Elas ficaram até 2000, quando outro concurso escolheu a terceira geração. Só que aí já é outra década!....
Como você pode ver, a vida da maioria das paquitas mudou para melhor e a aparência delas também. Então, depois de ler este post, você pode pensar, " é... algumas pessoas evoluem com o tempo!"...


Mate a saudade assistindo um vídeo das paquitas da primeira geração:



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