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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Amnésia...

O que deveria ser esquecido dos anos 90...

Já lembramos tantas coisas boas da década passada, que até parece que só existiram maravilhas naqueles tempos não tão remotos. Mas é incrível como teve treco ruim, muito, muito, ruim, e esses deveriam ser esquecidos. Deixados no mais profundo limbo da existência midiática.
Só que como gostamos as vezes de rir da tragédia quando algum tempo passa, aí vai uma lista de pequenas lembranças tristes, mas que de tão bizarras, acabam nos divertindo muito!

Forró de teclado: versões de várias músicas internacionais, um cantor terrivelmente feio, e é claro um teclado mágico do qual sai uma conjugação de todos os instrumentos. Não se lembra? Lairson e Seus teclados ("ai, é amor, ai, ai, ai, é amor, é amor..."), Frank Aguiar, o Cãozinho dos teclados, Robério e seus teclados.

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Forró intragável: tinham uns nomes estranhos, de comidas, que assim como a música deles, era difícil de digerir. Mastruz com Leite, Caviar com Rapadura, Capim com Mel...chega! Está me dando indigestão!

É o Tchan do Brasil e a moda Carla Peres: não estou falando das músicas que ainda tocam nas festas mais divertidas de hoje em dia. Estou falando é de toda uma cultura que se formou com o Tchan, principalmente usar as roupas iguais as da Carla e a terrível Bota!

Cabelo Chitãozinho e Xororó: se você acha que cortar o cabelo igual ao do Justin Bieber é o fim da picada, com certeza cortar o cabelo igual ao deles no anos 90 foi o início.
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Seriado Sandy e Júnior: começou no final dos anos 90 e continuou no início da década atual. Acho que foi a melhor coisa que a Sandy e o Júnior fizeram na vida, mas se o próprio Júnior disse que foi a pior, quem sou eu pra contrariar.

Roupas da Xuxa: shorts muito curtos, casacos com ombreiras, e aquele cabelo conhecido como "xuxinha", numa referência clara à apresentadora. Qualquer menina que tenha vivido no princípio dos anos 90 sabe o que foi a moda Xuxa.

Bananas de Pijamas: era tão ruim, tão bizarro que era quase bom. Mas quando você imagina como seria se fossem pessoas reais e os identifica com algum tio, vizinho ou amigo, aí fica muito trágico.

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Gugu e "meu pintinho amarelinho...": o Gugu cresceu, mas tem apelido de criança, cara de criança e ainda cantava aquela música. Ah, por favor!

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Show do Malandro: "Glu Glu ié ié..." a cada dois minutos. "Porta um, dois ou três". E por aí vai. A Globo poderia ter sido mais seletiva.

Fantasia: o programa tinha um problema claro de identidade. Às vezes ele era infantil, com A Jackeline, outras vezes ele era feminino, com aqueles quadros de cozinha, e ainda tinha um caráter apelativo-sexual forte, com dançarinas de biquíni ou em pouquíssimos trajes. Sofria de séria crise ideológica. Era tanta coisa misturada, que só não tinha uma: qualidade.

Esta é a nossa lista. Não está numerada porque não dá para escolher o pior. Escolha o que foi pior para você e acrescente algo. Sinta-se à vontade!

Este foi o último post do semestre. Sairemos de férias, mas voltaremos em fevereiro com tudo que nos deixou muita saudade, ou não!